Olympus: Livro XVII - Santorini
Paperback
Series: Olympus, Book 19
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ISBN13: 9798265789075
Publisher: Independently Published
Published: Sep 17 2025
Pages: 414
Weight: 1.10
Height: 1.03 Width: 6.00 Depth: 9.00
Language: Portuguese
Publisher: Independently Published
Published: Sep 17 2025
Pages: 414
Weight: 1.10
Height: 1.03 Width: 6.00 Depth: 9.00
Language: Portuguese
173 livro do autor das séries OLYMPUS, EROTIQUE, SOB O OLHAR DE UM POETA, A SOLIDÃO QUE NUNCA SE ACABA, UM TORNIQUETE CHAMADO SAUDADE e TODOS AQUELES VERSOS DE AMOR.
Alguns trechos:
Naquele corpinho onde tanto amor não cabia, / Até parar de respirar, num dia de Abril, / E subir ao céu dos cachorros, /
Alguns trechos:
Naquele corpinho onde tanto amor não cabia, / Até parar de respirar, num dia de Abril, / E subir ao céu dos cachorros, /
De onde certamente continuará a zelar por seus donos, / E a saudade dela jamais passará, / Na eterna ausência de seu amor infinito
Quando você foi embora, /A escuridão sobre mim desceu, / Não importa que horas fossem lá fora, / Pois foi sobre minha alma que anoiteceu...
A paixão repentina é uma ilusão, / Falsa como uma nota de quatro, / E perigosa como uma explosão, / Assim que descerem as cortinas do teatro...
Esperei tanto tempo por você / Que meus neurônios embranqueceram, / Certamente um efeito colateral / Das paixões desiludidas, / Que o corpo tenta expulsar, / Mas quase nunca consegue,
Eu a contemplo / Através dos abismos / Que nos separam, / E a venero num intrÃnseco templo, / A questionar os mecanismos / Que entre nós se instalaram,
Mas não é hora ainda / De abrir a Caixa de Pandora, / Onde se guardam as desilusões / E as dores reprimidas,
Você foi a minha última canção, / Uma sinfonia que desafinou, / Arrastando na queda meu coração, / Que era de vidro e se quebrou
Misturando-se aos sentimentos sombrios, / Que pelos esgotos escorrem, / Desaguando num rio de águas apodrecidas, / Fétido, escuro, irrecuperável, / Que nunca sequer chegou a ver o oceano
Construà um construto de IA, / À sua imagem e semelhança, / O rosto, extraÃdo de uma antiga foto, / E a voz, de uma velha fita cassete, / Com uma mensagem de amor que me enviou, / Tantos anos e vidas atrás,
Sua ausência atirou-me num vórtex, / Inaudito, / Proscrito, / Que me sugou até o córtex, / Exilando-me num labirinto, / Maldito, / Infinito,
Canta uma esquecida canção, / Tantas vezes tocada pelo meu velho violão, / Que espalhou tanto encanto, / E agora jaz em um canto, / Abandonado e mudo, / Pois ela se foi, e isto é tudo.
De onde vens, nessa noite enluarada, / De qual perdida estrada, / Fugindo de quais dores / Ou de perdidos amores?
Todas as vezes em que te vejo, / Quando noto que estás me olhando, / Para que não notes minha inevitável paixão, / Visto sutilmente um disfarce perfeito, / Disfarçando-me de mim mesmo.
Tantas vezes eu me perdi, / E quase sempre me achei de novo, / Através de pistas espalhadas / Pelos meus neurônios detetives, / Sempre com uma lupa ao alcance, / Para encontrarem o que se perdeu / No meio da alma
Essa sua ausência infinita / Que durará até o meu último suspiro / Reflete-se na solidão que do espelho me fita / Mas só dói quando eu respiro
Então, segurei seus ombros, e lhe disse o que nunca dissera: / 'Pensei que você só existisse em meus sonhos profanos!', / E o beijo que recebi me fez descobrir que o amor me encontrara...
Por você eu era louco, / Mas, de tanta desilusão, / Tornei-me, pouco a pouco, / Incuravelmente são.
Quando eu te amei, / Desesperadamente, / Não era hora ainda, / Como estava escrito / No Livro das Paixões Predestinadas, / E nem notaste meus olhares,
Guardo memoráveis lembranças / De lugar nenhum, / No qual estive com você, / Em algum instante inexistente, / Talvez inventado pelo meu cérebro, / Cujo funcionamento anda errático!
E nada é tão triste quanto um amor que desaparece, / Por falência múltipla de abraços e carinho, / Que aumentam a inevitável desilusão, que apenas cresce, / Até que se percebe enfim haver chegado o fim do caminho...
Lembro-me de nossas noites memoráveis, / Com quatro paredes como testemunhas, / Do amor entre amantes insaciáveis, / Minha pele sangrando entre suas unhas, / Que loucamente rasgavam minhas costas,
E a porta entreaberta diz tudo / O que poderia ser dito em silêncio, / Entre dois amant
Quando você foi embora, /A escuridão sobre mim desceu, / Não importa que horas fossem lá fora, / Pois foi sobre minha alma que anoiteceu...
A paixão repentina é uma ilusão, / Falsa como uma nota de quatro, / E perigosa como uma explosão, / Assim que descerem as cortinas do teatro...
Esperei tanto tempo por você / Que meus neurônios embranqueceram, / Certamente um efeito colateral / Das paixões desiludidas, / Que o corpo tenta expulsar, / Mas quase nunca consegue,
Eu a contemplo / Através dos abismos / Que nos separam, / E a venero num intrÃnseco templo, / A questionar os mecanismos / Que entre nós se instalaram,
Mas não é hora ainda / De abrir a Caixa de Pandora, / Onde se guardam as desilusões / E as dores reprimidas,
Você foi a minha última canção, / Uma sinfonia que desafinou, / Arrastando na queda meu coração, / Que era de vidro e se quebrou
Misturando-se aos sentimentos sombrios, / Que pelos esgotos escorrem, / Desaguando num rio de águas apodrecidas, / Fétido, escuro, irrecuperável, / Que nunca sequer chegou a ver o oceano
Construà um construto de IA, / À sua imagem e semelhança, / O rosto, extraÃdo de uma antiga foto, / E a voz, de uma velha fita cassete, / Com uma mensagem de amor que me enviou, / Tantos anos e vidas atrás,
Sua ausência atirou-me num vórtex, / Inaudito, / Proscrito, / Que me sugou até o córtex, / Exilando-me num labirinto, / Maldito, / Infinito,
Canta uma esquecida canção, / Tantas vezes tocada pelo meu velho violão, / Que espalhou tanto encanto, / E agora jaz em um canto, / Abandonado e mudo, / Pois ela se foi, e isto é tudo.
De onde vens, nessa noite enluarada, / De qual perdida estrada, / Fugindo de quais dores / Ou de perdidos amores?
Todas as vezes em que te vejo, / Quando noto que estás me olhando, / Para que não notes minha inevitável paixão, / Visto sutilmente um disfarce perfeito, / Disfarçando-me de mim mesmo.
Tantas vezes eu me perdi, / E quase sempre me achei de novo, / Através de pistas espalhadas / Pelos meus neurônios detetives, / Sempre com uma lupa ao alcance, / Para encontrarem o que se perdeu / No meio da alma
Essa sua ausência infinita / Que durará até o meu último suspiro / Reflete-se na solidão que do espelho me fita / Mas só dói quando eu respiro
Então, segurei seus ombros, e lhe disse o que nunca dissera: / 'Pensei que você só existisse em meus sonhos profanos!', / E o beijo que recebi me fez descobrir que o amor me encontrara...
Por você eu era louco, / Mas, de tanta desilusão, / Tornei-me, pouco a pouco, / Incuravelmente são.
Quando eu te amei, / Desesperadamente, / Não era hora ainda, / Como estava escrito / No Livro das Paixões Predestinadas, / E nem notaste meus olhares,
Guardo memoráveis lembranças / De lugar nenhum, / No qual estive com você, / Em algum instante inexistente, / Talvez inventado pelo meu cérebro, / Cujo funcionamento anda errático!
E nada é tão triste quanto um amor que desaparece, / Por falência múltipla de abraços e carinho, / Que aumentam a inevitável desilusão, que apenas cresce, / Até que se percebe enfim haver chegado o fim do caminho...
Lembro-me de nossas noites memoráveis, / Com quatro paredes como testemunhas, / Do amor entre amantes insaciáveis, / Minha pele sangrando entre suas unhas, / Que loucamente rasgavam minhas costas,
E a porta entreaberta diz tudo / O que poderia ser dito em silêncio, / Entre dois amant
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