Agrestupinipunk/3.0: [Pós/Punk]
Paperback
Series: Pós/Punk
Please select the version of book you would like to purchase.
ISBN13: 9798195605728
Publisher: Independently Published
Published: May 5 2026
Pages: 202
Weight: 1.06
Height: 0.43 Width: 8.50 Depth: 11.00
Language: Portuguese
Publisher: Independently Published
Published: May 5 2026
Pages: 202
Weight: 1.06
Height: 0.43 Width: 8.50 Depth: 11.00
Language: Portuguese
AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk]
Por: Iram F. R. Bradock Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei. Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruÃdo digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir... O agreste/sertão continuara produzindo ruÃdo, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida... Mas agora, elétrica. Agrestupinipunk é um termo hÃbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). *** Sinopse: No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei, surgira uma ruptura. AGRESTUPINIPUNK/3.0 não é apenas uma obra, é um grito elétrico cravado no areste/sertão tupiniquim... Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. Aqui, o atraso é recusado como narrativa. O que existira é reinvenção.
Por: Iram F. R. Bradock Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei. Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruÃdo digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir... O agreste/sertão continuara produzindo ruÃdo, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida... Mas agora, elétrica. Agrestupinipunk é um termo hÃbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). *** Sinopse: No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei, surgira uma ruptura. AGRESTUPINIPUNK/3.0 não é apenas uma obra, é um grito elétrico cravado no areste/sertão tupiniquim... Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. Aqui, o atraso é recusado como narrativa. O que existira é reinvenção.
Do caos nascera criação. Do agreste/sertão, distorção. *** Prefácio: Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruÃdo digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir... O agreste/sertão nunca fora vazio, fora silenciado... O pós/punk aqui não é importado... É metabolizado... É refeito na terra rachada, no calor, na precariedade criativa que vira potência... Se há método, é o improviso... Se há estética, é a sobrevivência... Se há mensagem, ela não é confortável.
EpÃlogo: Nada terminara... O que fora dito reverbera em antenas improvisadas, rádios piratas, paredes pichadas e arquivos corrompidos... O agreste/sertão continuara produzindo ruÃdo, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida.
Mas agora, elétrica. Nota de rodapé Agrestupinipunk é um termo hÃbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). Não definira um gênero fixo, apontara um new/processo.
AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk]
Por: Iram F. R. Bradock
EpÃlogo: Nada terminara... O que fora dito reverbera em antenas improvisadas, rádios piratas, paredes pichadas e arquivos corrompidos... O agreste/sertão continuara produzindo ruÃdo, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida.
Mas agora, elétrica. Nota de rodapé Agrestupinipunk é um termo hÃbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). Não definira um gênero fixo, apontara um new/processo.
AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk]
Por: Iram F. R. Bradock
Also in
Science Fiction
On the Calculation of Volume (Book I): Shortlisted for the 2025 International Booker Prize
Balle, Solvej
Paperback
$14.36
Red Rising 3-Book Box Set: Red Rising, Golden Son, Morning Star, and an Exclusive Extended Excerpt of Iron Gold
Brown, Pierce
Paperback
$55.10
