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A Objetividade Nos Limetes Da Subjetividade Da Saúde Mental

A Objetividade Nos Limetes Da Subjetividade Da Saúde Mental

Paperback

Mental Health

ISBN13: 9798264440243
Publisher: Independently Published
Published: Sep 8 2025
Pages: 354
Weight: 1.04
Height: 0.74 Width: 6.00 Depth: 9.00
Language: Portuguese
Os dados estatísticos da Organização Mundial de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Instituto de Estatística Aplicada, colocados em exposição denotam que há necessidade de uma reflexão mais aprofundada sobre alteridade e em relação a saúde mental. É neste sentido que Lévinas concebe a alteridade como a relação ética com o Outro que transcende a compreensão do Eu e da própria identidade, didicomizada pela pulverização através dos fatos e eventos cotidianamente constituídas das relações da população. O Outro, não é simplesmente um objeto de conhecimento, mas uma presença que se manifesta como responsabilidade e apelo, exigindo uma resposta ética por parte do Eu. A alteridade para com a saúde mental, em prospecção na filosofia de Lévinas, não se limita a uma mera diferença entre indivíduos pois, o pensamento em questão é inserido de forma singular mediante as inúmeras arquitetônicas correntes filosóficas e sociológicas postuladas na contemporaneidade. Seu pensamento e projeto filosófico cujo emanam o objetivo capaz de instaurar um novo humanismo. Dessa maneira, este autor inaugura uma relevante dimensão no que tange o pensamento filosófico na modernidade líquida. 0 que existe de mais importante e, sobretudo, inovador no pensamento levinasiano, é o seu aspecto ético, interpelação ética e moral do outro que se revelam em sua alteridade proporcionando a compreensão da relação interpessoal, inter-humana: o inter-humano está também na providência de uns em socorro com os outros, antes que a alteridade prestigiosa de outrem venha banalizar-se ou ofuscar-se num simples intercâmbio comportamentos que há como 'comércio interpessoal' nos costumes. É na perspectiva inter-humana de minha responsabilidade pelo outro homem, sem preocupação com reciprocidade, é no meu apelo e socorro gratuito, é na assimetria da relação de um ao outro. Significa que a sociedade vigente está impregnada por uma colossal e total individualização que não dificultam que as pessoas sejam respeitadas em suas singularidades e em sua dignidade enquanto seres humanos, não sendo vistas como pessoas isonomicamente, mas como algo descartável e sem valor humanístico in priori. Leviná coloca que, Outro é o povo oprimido, sofrido, sem voz e sem vez na sociedade, é o povo indígena, é o povo cansado, ferido, violado em seus direitos sociais e humanos, é o camponês, é o sem-terra, é o marginalizado nas grandes periferias e centros urbanos sem perspectiva de vida. Mediante este cenário o objetivo do presente livro é refletir sobre a objetividade nos limites da simples saúde mental:

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