A Delícia do Caos: Aforismos e Não-Poesias de Dimitri Kozma
Paperback
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ISBN13: 9798338434611
Publisher: Independently Published
Published: Sep 5 2024
Pages: 316
Weight: 0.93
Height: 0.66 Width: 6.00 Depth: 9.00
Language: Portuguese
Publisher: Independently Published
Published: Sep 5 2024
Pages: 316
Weight: 0.93
Height: 0.66 Width: 6.00 Depth: 9.00
Language: Portuguese
Este livro é um mergulho no abismo, onde a lama vira poesia e a dúvida, uma verdade incontestável.
Viva a não-poesia! Viva a delícia do caos! Eu não quero que você leia este livro esperando por conforto. Se você chegou até aqui buscando palavras que acariciam sua alma e lhe oferecem um abraço caloroso, eu sugiro que feche estas páginas agora mesmo e procure em outro lugar. O que você vai encontrar aqui, se continuar, é a verdade crua - aquela que você tenta evitar todos os dias, a mesma que fede e, ao mesmo tempo, floresce em beleza. Este livro é um exercício de honestidade brutal. Eu pego aquilo que muitos preferem ignorar e transformo em verso. A merda que você tenta esconder debaixo do tapete? Eu a trago para o centro do palco. Porque, no final, é isso que somos: uma mistura de podridão e poesia. Você, eu, todos nós. Não há como escapar. Aqui, não existe maquiagem, não existe ilusão. Cada palavra é uma faca afiada que rasga o verniz das convenções e deixa à mostra o que realmente está por trás das máscaras sociais: o absurdo, o caos, a dor, e, paradoxalmente, a beleza que emerge disso tudo. Este não é um livro para aqueles que desejam manter os pés no chão. Se você se atreve a continuar, esteja preparado para ser confrontado com o pior de si mesmo, e talvez, apenas talvez, encontrar algo de sublime no meio de toda essa desordem. Eu não estou aqui para oferecer respostas, muito menos redenção. O que eu quero é que você saia dessas páginas perturbado, talvez até um pouco sujo, mas certamente diferente do que era antes de começar. No fundo, a única coisa que realmente desejo é que você sinta algo - seja repulsa, fascinação, ou um misto dos dois. Porque, acima de tudo, este livro é um convite à reflexão mais visceral e ao desconforto mais necessário. Então, se você está preparado para olhar no espelho e encarar o que vê, continue. Se não, bom, há muitos outros livros por aí que vão lhe garantir noites de sono tranquilo. Este aqui não é um deles. ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO Este livro é uma confusão premeditada, um labirinto de palavras onde o que importa não é o caminho, mas a experiência de estar perdido. As páginas que seguem são fragmentos de relatos pessoais, mas não se iluda: a ordem foi destruída de propósito. Tente encontrar lógica aqui, e você falhará. As datas foram apagadas, porque o tempo é irrelevante. O que realmente importa são as sensações. Muitas dessas palavras nasceram na adolescência, uma fase de extremos onde o sofrimento e a dor parecem mais reais do que nunca. Outros textos são ecos de uma banda fracassada, cujas letras nunca encontraram palco, mas que, de alguma forma, sobreviveram no papel. Relendo os textos para montar essa coletânea, percebi que há aqui uma constante: a morte ronda os versos, aparece e desaparece, como uma sombra que nunca se afasta completamente. Mas não se engane, nem tudo é autobiográfico. Muitos desses textos são ficção. Ou não. Eu não pretendo confessar, nem sob tortura, o que é real e o que não é. Publicar estas palavras já foi uma exposição grande o suficiente. O resto é com você, leitor. Que sua imaginação faça o trabalho. E, para ser sincero, há textos aqui que eu mesmo já não lembro mais por que foram escritos. O motivo se perdeu no tempo, mas as palavras permaneceram. Elas são tudo o que restou.
Viva a não-poesia! Viva a delícia do caos! Eu não quero que você leia este livro esperando por conforto. Se você chegou até aqui buscando palavras que acariciam sua alma e lhe oferecem um abraço caloroso, eu sugiro que feche estas páginas agora mesmo e procure em outro lugar. O que você vai encontrar aqui, se continuar, é a verdade crua - aquela que você tenta evitar todos os dias, a mesma que fede e, ao mesmo tempo, floresce em beleza. Este livro é um exercício de honestidade brutal. Eu pego aquilo que muitos preferem ignorar e transformo em verso. A merda que você tenta esconder debaixo do tapete? Eu a trago para o centro do palco. Porque, no final, é isso que somos: uma mistura de podridão e poesia. Você, eu, todos nós. Não há como escapar. Aqui, não existe maquiagem, não existe ilusão. Cada palavra é uma faca afiada que rasga o verniz das convenções e deixa à mostra o que realmente está por trás das máscaras sociais: o absurdo, o caos, a dor, e, paradoxalmente, a beleza que emerge disso tudo. Este não é um livro para aqueles que desejam manter os pés no chão. Se você se atreve a continuar, esteja preparado para ser confrontado com o pior de si mesmo, e talvez, apenas talvez, encontrar algo de sublime no meio de toda essa desordem. Eu não estou aqui para oferecer respostas, muito menos redenção. O que eu quero é que você saia dessas páginas perturbado, talvez até um pouco sujo, mas certamente diferente do que era antes de começar. No fundo, a única coisa que realmente desejo é que você sinta algo - seja repulsa, fascinação, ou um misto dos dois. Porque, acima de tudo, este livro é um convite à reflexão mais visceral e ao desconforto mais necessário. Então, se você está preparado para olhar no espelho e encarar o que vê, continue. Se não, bom, há muitos outros livros por aí que vão lhe garantir noites de sono tranquilo. Este aqui não é um deles. ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO Este livro é uma confusão premeditada, um labirinto de palavras onde o que importa não é o caminho, mas a experiência de estar perdido. As páginas que seguem são fragmentos de relatos pessoais, mas não se iluda: a ordem foi destruída de propósito. Tente encontrar lógica aqui, e você falhará. As datas foram apagadas, porque o tempo é irrelevante. O que realmente importa são as sensações. Muitas dessas palavras nasceram na adolescência, uma fase de extremos onde o sofrimento e a dor parecem mais reais do que nunca. Outros textos são ecos de uma banda fracassada, cujas letras nunca encontraram palco, mas que, de alguma forma, sobreviveram no papel. Relendo os textos para montar essa coletânea, percebi que há aqui uma constante: a morte ronda os versos, aparece e desaparece, como uma sombra que nunca se afasta completamente. Mas não se engane, nem tudo é autobiográfico. Muitos desses textos são ficção. Ou não. Eu não pretendo confessar, nem sob tortura, o que é real e o que não é. Publicar estas palavras já foi uma exposição grande o suficiente. O resto é com você, leitor. Que sua imaginação faça o trabalho. E, para ser sincero, há textos aqui que eu mesmo já não lembro mais por que foram escritos. O motivo se perdeu no tempo, mas as palavras permaneceram. Elas são tudo o que restou.
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